quarta-feira, 4 de maio de 2011

SEMINÁRIO - A EDUCAÇÃO SEXUAL LÁ EM CASA

Educação sexual embaraça pais e professores A escolha da linguagem mais adequada à educação sexual dos jovens é uma «angústia permanente» que embaraça pais e professores, foi hoje realçado em Coimbra num seminário sobre a matéria.
«A questão da linguagem a adoptar, por exemplo o nome dos órgãos genitais, é uma angústia permanente dos pais», disse Sónia Araújo, uma técnica da Associação para o Planeamento da Família (APF) que participou nos trabalhos.
Também o director executivo da APF, Duarte Vilar, defendeu que «a questão da linguagem é um problema fundamental, não só para os pais, mas também para os professores».
«A educação sexual lá em casa» foi o tema do seminário, uma iniciativa conjunta da APF e da Confederação Nacional de Associações de Pais (CONFAP), que decorreu no auditório do Conservatório de Música de Coimbra.
O sociólogo Duarte Vilar corroborou a opinião de Sónia Araújo para dizer que importa saber «como falar» com os jovens de educação sexual, em casa e na escola, abordando com clareza temas como relações sexuais, homossexualidade, menstruação ou doenças sexualmente transmissíveis, entre outros.
«Qual o quadro de valores pelo qual se rege a educação sexual nas escolas?», afirmou, ao salientar a importância da informação e preconizando que «não é preciso um momento especial para falar disto».
Duarte Vilar sublinhou que, dois anos após a entrada em vigor da lei da educação sexual nas escolas, persistem ainda na sociedade portuguesa diversas «dúvidas e inseguranças nesta matéria».
«Como falar, o que dizer, quando e como?» são algumas das interrogações mais frequentes, designadamente entre pais e docentes, disse.
Segundo um estudo da APF, realizado em 2009 e discutido na sessão, «hoje em dia, os pais estão mais envolvidos na educação sexual dos filhos».
«O estudo revela que pais e mães estão, de facto, envolvidos na educação sexual dos filhos e sempre com grande grau de informalidade», adiantou o mesmo responsável.
Intitulado Ditos e não ditos - Educação sexual e parentalidade , o estudo foi apresentado pela psicóloga Vanda Beja.
O presidente da CONFAP, Albino Almeida, falou dos Mitos, tabus e constrangimentos neste domínio.
«Os constrangimentos são aqueles que decorrem do acertar daquilo que os filhos querem saber», declarou Albino Almeida.
Um dos actuais desafios consiste em «perceber, à luz do conhecimento científico, como podemos melhorar a nossa atitude», referiu, preconizando uma maior aposta na formação dos pais nesta área.
Notícia em : Lusa / SOL





NOVO CURRÍCULO DO ENSINO SECUNDÁRIO



O decreto-lei, que altera pela quarta vez o diploma n.º 74/2004, de 26 de Março, e estabelece os princípios orientadores da reorganização curricular do ensino secundário e da avaliação das aprendizagens, determina ainda o fim da disciplina de Área-Projeto da matriz dos cursos científico-humanísticos.
De acordo com esta nova reorganização curricular, é alargada a oferta de exames nacionais nas disciplinas de formação geral, sem aumentar o número de exames obrigatórios, e criada a disciplina de Formação Cívica nos cursos científico-humanísticos.
A decisão de acabar com a Área de Projeto no 12.º ano tem por base a experiência da aplicação desta disciplina e o benefício pedagógico que se espera obter da utilização das chamadas 'metodologias de projeto' em cada uma das disciplinas do currículo, não como disciplina autónoma.
Esta reorganização curricular do Ensino Secundário tem também como objetivo diminuir a carga horária letiva semanal dos alunos no último ano, de modo que possam centrar-se na conclusão do ciclo de ensino e na preparação para os exames nacionais.
A criação da disciplina de Formação Cívica no 10.º ano pretende reforçar a formação nas áreas da educação para a cidadania, para a saúde e para a sexualidade.
O diploma introduz ainda o exame final nacional optativo na disciplina de Filosofia da componente de formação geral.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) defendia a manutenção da Área de Projeto no 12.º ano.
Quanto à Formação Cívica, o parecer do CNE apontava para a criação dessa disciplina em todos os cursos e em todos os anos de escolaridade do Ensino Secundário, contestando o tempo de 45 minutos atribuído.


Decreto-Lei n.º 50/2011. D.R. n.º 70, Série I de 2011-04-08

Ministério da Educação

Introduz o exame final nacional optativo de Filosofia, elimina a disciplina de Área de Projecto e cria a disciplina de Formação Cívica no currículo dos cursos científico-humanísticos, procedendo à quarta alteração ao Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março.

sábado, 16 de abril de 2011

domingo, 20 de dezembro de 2009

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO

sábado, 2 de maio de 2009

ALARGAMENTO DA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA

Foi aprovada em Conselho de Ministros uma proposta de lei sobre a escolaridade obrigatória que alarga para 12 anos e até aos 18 anos de idade a frequência de instituições de ensino ou formação. Esta mesma proposta de lei consagra igualmente a universalidade e gratuitidade da educação pré-escolar para crianças com 5 anos de idade.Mais um passo importante na concretização da Agenda dos Pais.
Para mais informações consulte aqui

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO

A ASSOCIAÇÃO DE PAIS DESEJA UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

TESTES INTERMÉDIOS PARA O ANO LECTIVO 2008/2009

A realização de testes intermédios no ano lectivo de 2008/2009 abrange as disciplinas de Matemática do ensino básico (8.º e 9.º anos), de Biologia e Geologia, de Física e Química A e de Matemática A do ensino secundário. A aplicação dos testes intermédios é facultativa. A decisão da sua aplicação e implicações, cabe aos órgãos de decisão das escolas.
Consulte aqui para mais informações