Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

FIM DE CICLO

Com a eleição dos novos órgãos sociais da Associação de Pais chega ao fim este blogue e inicia-se outro ciclo.

Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011

REGULAMENTO ELEITORAL

Para consultar o regulamento eleitoral clique aqui

Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011

Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011

CONSULTA PÚBLICA - PROPOSTA DOS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MANGUALDE

Para consultar a proposta dos estatutos da Associação de Pais e Alunos do Agrupamento de Escolas de Mangualde clique aqui





Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

Acção Social Escolar - 2011/2012


Medidas de acção social escolar para o ano lectivo de 2011-2012
     

Para as famílias do escalão 1 do abono de família, a comparticipação sobe entre 30 e 50 cêntimos no 1.º ciclo; 1,5 euros no 2.º ciclo; dois euros no 3.º ciclo e 70 cêntimos no secundário.

No 1.º ciclo, as comparticipações oscilarão entre os 26,60 e os 32,80 euros; no 2.º ciclo entre 102,40 e 112,60 euros; no 3.º ciclo entre 143,20 e 158,60 euros e no secundário será de 136,20 euros. No 3.º ciclo e secundário a factura com os manuais é superior a 200 euros.

Só têm direito à Acção Social Escolar os agregados familiares integrados no 1.º e 2.º escalão do abono de família. No primeiro caso os rendimentos terão de ser inferiores ou iguais a 242 euros; no segundo caso têm de se situar entre 242 e 485 euros, o que corresponde ao salário mínimo nacional. No 2.º escalão os valores das comparticipações descem para metade. No ano passado eram cerca de 300 mil as famílias beneficiárias da Acção Social Escolar.

Este ano, as Direcções Regionais de Educação deram instruções às escolas para não avançarem com a compra de manuais, indicando que teriam de ser as famílias a comprá-los, sendo depois ressarcidas. O MEC confirmou ontem ao PÚBLICO que, entretanto, já receberam outras instruções, tendo sido autorizadas a solicitar a livrarias que forneçam os manuais às famílias beneficiárias da Acção Social Escolar. 'O pagamento às livrarias será feito directamente pelas escolas', acrescenta o ministério.
Os apoios por parte do Governo à aquisição de computadores pessoais e banda larga aos alunos do 5º ao 12º ano de escolaridade, no âmbito do e-escola, deixaram de existir.

As ajudas estatais ao programa constavam do despacho que fixa anualmente o apoio social escolar, na forma de um anexo, que este ano foi eliminado.
Para consultar o despacho  nº 12284/2011 de 19/9 clique aqui

Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

SEMINÁRIO - A EDUCAÇÃO SEXUAL LÁ EM CASA

Educação sexual embaraça pais e professores A escolha da linguagem mais adequada à educação sexual dos jovens é uma «angústia permanente» que embaraça pais e professores, foi hoje realçado em Coimbra num seminário sobre a matéria.
«A questão da linguagem a adoptar, por exemplo o nome dos órgãos genitais, é uma angústia permanente dos pais», disse Sónia Araújo, uma técnica da Associação para o Planeamento da Família (APF) que participou nos trabalhos.
Também o director executivo da APF, Duarte Vilar, defendeu que «a questão da linguagem é um problema fundamental, não só para os pais, mas também para os professores».
«A educação sexual lá em casa» foi o tema do seminário, uma iniciativa conjunta da APF e da Confederação Nacional de Associações de Pais (CONFAP), que decorreu no auditório do Conservatório de Música de Coimbra.
O sociólogo Duarte Vilar corroborou a opinião de Sónia Araújo para dizer que importa saber «como falar» com os jovens de educação sexual, em casa e na escola, abordando com clareza temas como relações sexuais, homossexualidade, menstruação ou doenças sexualmente transmissíveis, entre outros.
«Qual o quadro de valores pelo qual se rege a educação sexual nas escolas?», afirmou, ao salientar a importância da informação e preconizando que «não é preciso um momento especial para falar disto».
Duarte Vilar sublinhou que, dois anos após a entrada em vigor da lei da educação sexual nas escolas, persistem ainda na sociedade portuguesa diversas «dúvidas e inseguranças nesta matéria».
«Como falar, o que dizer, quando e como?» são algumas das interrogações mais frequentes, designadamente entre pais e docentes, disse.
Segundo um estudo da APF, realizado em 2009 e discutido na sessão, «hoje em dia, os pais estão mais envolvidos na educação sexual dos filhos».
«O estudo revela que pais e mães estão, de facto, envolvidos na educação sexual dos filhos e sempre com grande grau de informalidade», adiantou o mesmo responsável.
Intitulado Ditos e não ditos - Educação sexual e parentalidade , o estudo foi apresentado pela psicóloga Vanda Beja.
O presidente da CONFAP, Albino Almeida, falou dos Mitos, tabus e constrangimentos neste domínio.
«Os constrangimentos são aqueles que decorrem do acertar daquilo que os filhos querem saber», declarou Albino Almeida.
Um dos actuais desafios consiste em «perceber, à luz do conhecimento científico, como podemos melhorar a nossa atitude», referiu, preconizando uma maior aposta na formação dos pais nesta área.
Notícia em : Lusa / SOL